Agora no Luziânia, Baiano fala sobre eliminação

Baiano foi apresentado na noite desta terça-feira. Foto: Benilton Sampaio/ExtraB

Novo reforço do Luziânia para a série D de 2017, o volante Baiano ex-capitão do Gama nesta temporada quebrou o silêncio e falou um pouco sobre a eliminação do Gama para o modesto Paracatu nas quartas de final do Candangão.

À princípio o veterano jogador falou sobre a sua chegada ao Luziânia para disputar a quarta divisão. Lembrando que no ano passado Baiano também jogou a série D mas pelo Ceilândia: “Primeiramente a minha vinda para cá foi muito em função, após a nossa eliminação eu recebi o convite do Daniel (Vasconcelos) e do Belmonte (Luis Felipe) para vir e disputar a série D. Pedi e falei com a Diretoria do Gama e eles me liberaram apenas para essa série D. Muito feliz de estar aqui. Temos um grande treinador, um elenco muito forte, os trabalhos estão sendo bem feitos. Acho que com os pés no chão, acho que assim como foi com o Ceilândia ano passado ninguém acreditava e por um detalhe nós acabamos derrotados pelo Fluminense de Feira dentro de casa, tomando gol no final do jogo…foi um pecado. Sabemos que a série D é um campeonato muito difícil e pegar logo de cara um Aparecidense que a torcida do Gama conhece tão bem. Temos uma molecada muito boa e mesclando com um pouquinho de experiência, eu tenho certeza que nós vamos ralar bastante e conseguir conquistar esse objetivo de colocar um clube candango na série C”.

Em seguida Baiano fez uma breve análise sobre o jogo fatídico diante do Paracatu que culminou com a eliminação gamense: “O que aconteceu no jogo do Gama foi aquilo que vocês viram, nós tivemos a chance de vencer diante do Paracatu e diante de nossa torcida, um pecado. Infelizmente não conseguimos passar. Mas infelizmente aconteceram muitas coisas que foram muito diferentes de 2015. Vocês da imprensa e do Gama ficaram sabendo. Mas, assim, empenho dos atletas não faltou. Lutamos até o fim pelo terceiro gol que nos daria a chance de jogar uma semifinal pelo Ceilândia. Infelizmente acabou não acontecendo, mas com certeza ano que vem o Gama vai voltar forte, vai se reestruturar, e que volte forte como foi em 2015 com o Gama campeão”.

Sobre os problemas enfrentados pelo elenco, o ex-capitão do time afirmou que nem a falta de preparo físico ou o atraso de salários foi o fator determinante para justificar a queda de rendimento do time nas últimas rodadas do Campeonato. Para ele, o fator principal foi não poder contar com a força do Bezerrão que desmotivou o grupo: “O principal foi a perda do Bezerrão. Acho que a maior perda do Gama foi de que nós não conseguimos o equilíbrio necessário pra conter uma situação que todo mundo já sabia o que iriam nos aprontar e não tivemos a maturidade ou a capacidade de decidir. O maior ponto negativo pra mim foi a perda do nosso estádio. Porque o Bezerrão é a nossa casa, a gente conhece. Claro que o Mané Garrincha é um palco maravilhoso, mas não é a mesma coisa. O calor de nossa torcida não é a mesma coisa. Então o ponto negativo foi a perda do Bezerrão provocada por nós atletas. E aí acabou se estendendo (para a torcida). Então não foi salário atrasado, não foi nada disso. Na série D em 2015 nós perdemos para o CRAC em nosso estádio por causa de uma torcida que não estava nem disputando a série D e foram no Mané Garrincha para provocar e para brigar”.

 

 

 

 

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