Blogama 10 anos – Brigas internas derrubam Gama no candangão de 2010

Gama desacreditado começou bem o campeonato

2009 foi um ano que rendeu poucas alegrias ao Gama. Eliminado precocemente no Campenato Candango e salvo do rebaixamento na série C na última rodada, a única alegria acabou sendo o sucesso do projeto de aspirantes do clube que rendeu o título e o acesso ao Ceilandense.

Após o final da parceria, o Gama precisava pensar no candangão de 2010. Sem patrocínios, o clube não tinha receitas garantidas para a próxima temporada. Sem alternativas viáveis, o jeito foi apostar no projeto de Aspirantes para assumir o time de Profissionais. Mais um nome de peso aqui e outro ali e estava pronto o time do Gama para 2010. E o treinador seria Gérson Vieira, o mesmo do projeto.

Nem é preciso dizer que choveram críticas sobre o planejamento do time. Como poderia um time como o Gama entrar em campo com meros destaques locais? A desconfiança da torcida estava ligada no máximo. E para completar o presidente Paulo Goyaz instituiu o plano de sócio-torcedor que na prática dobrava o valor dos ingressos para o torcedor comum.

Como reforços para o time chegaram o meia Tallys (Morto neste ano em desastre automotivo), Jaime Mexerica, Tiago Silva e Djalminha. Na contramão o clube foi perdendo seus destaques para o arquirrival.  Jogadores de renome como Bebeto, Vanderlei, Tiaguinho e Rodriguinho trocaram o verde pelo amarelo. 

Sob uma pressão imensa o Gama estrearia no Candangão contra o forte Ceilândia. Para a surpresa de muitos o Gama passeou pelo Abadião com uma goleada por 3×0. Mas em seguida viriam dois empates seguidos contra Botafogo-DF e Brasília. A recuperação viria contra o Luziânia em casa, uma vitória por 2×0.

A apoteose viria na próxima rodada. O Gama recebeu o Brasiliense em seu estádio e conseguiu uma vitória maiúscula sobre o reforçado rival pelo placar de 3×1. Kabrine, Keké e Ferrugem marcaram para o alviverde e Iranildo Chuchu descontou para o Jacaré. Invicto e com a confiança em alta o Gama colecionou mais dois empates (3×3 com o Dom Pedro e 0x0 diante do Ceilandense).

A queda de rendimento que já era nítida nas rodadas anteriores ficou clara quando começou o segundo turno. O Gama perdeu a invencibilidade em casa diante do Ceilândia (2×1) e em seguida novo empate (0x0). A pressão estava grande e só foi aliviada com a goleada sobre o Brasília por 5×1. Mas este resultado foi apenas um lampejo de reação. O Gama voltaria a empatar (Luziânia em 1×1) e foi derrotado pelo arquirrival fora de casa (2×0). Para completar o Gama empatou em 0x0 com o Dom Pedro e deixou a classificação para as semifinais ameaçada.

Empate com o Ceilandense eliminou o Gama na primeira fase

Foi aí que uma reviravolta tomou conta do Gama. Liderados pelo goleiro Alencar, os jogadores decidiram fazer um motim contra o técnico Gérson Vieira. O presidente Paulo Goyaz decidiu demitir o treinador. Insatisfeito por ter sido “atropelado” pelo dirigente e por acahr injusta a demissão, o Diretor de Futebol Flávio Raupp pediu demissão. O time seria comandado pelo Preparador Físico Anderson Nicolau.

Precisando da vitória, o Gama marcou o primeiro gol com Edicarlos no final do primeiro tempo. As coisas estavam se encaminhando para uma classificação apertada do alviverde até que no apagar das luzes Rodrigo Paraná empatou para o Ceilandense. Final de jogo, 1×1 com Ceilandense e Gama eliminados.

Com a surpreendente eliminação, o Gama ficaria dois meses inativo até o início da série C. Uma pena pois um cara de bem que estava motivado para trabalhar pelo clube foi “limado” por interesses de terceiros. Veja abaixo a Nota à Imprensa divulgada com exclusividade pelo BLOGAMA na época:

“NOTA DE ESCLARECIMENTO

Considerando a gravidade dos acontecimentos ocorridos nos últimos dias, e a proximidade do jogo decisivo de domingo, decidi não me manifestar, o que pode ser atestados por todos os jornalistas que me procuraram deste a última quinta feira, dia 18/03. Todavia, ao abrir o jornal Correio Braziliense de hoje, dia 20/03, deparei-me com algumas versões que não correspondem à realidade. Por este motivo, resolvi preparar esta nota para que os fatos verdadeiros sejam conhecidos. 

1) Após o jogo contra o Dom Pedro, ainda no vestiário do Bezerrão, o Gerente de Futebol, Mauro Ramos, entrou na sala da comissão técnica dizendo que os jogadores estavam solicitando uma reunião com o Presidente Paulo Goyaz no dia da reapresentação, na terça feira, dia 16/03. O Presidente respondeu que não aceitaria a reunião, pois sua agenda estava complicada e que a mesma não poderia ser pautada por jogadores. Mauro saiu da sala. Aproximadamente 10 minutos depois, o goleiro Alencar entra na mesma sala, com autorização do treinador. Na frente dos presentes, afirma, entre outras coisas de menor importância, que o time estaria desestabilizado em função de uma lista de dispensas cuja existência fora mencionada pelo treinador ao grupo de jogadores. Gerson respondeu que isso é desculpa para a queda de rendimento de alguns e para o empate naquele jogo. (testemunhas: Paulo Goyaz, Vicente Reis, Gerson Vieira, Cristian Botelho, Anderson Nicolau e Willian Stein)

2) Na terça feira, dia 16, houve treino pela manhã, na academia. Na ocasião, o goleiro Alencar comentou com o auxiliar técnico, Cristian Botelho, que o grupo de jogadores não estava satisfeito com o trabalho do técnico Gerson Vieira e que este já teria perdido o comando do elenco. Como não poderia deixar de ser, Cristian comunicou a mim o comentário de Alencar.(testemunhas: Cristian Botelho e Anderson Nicolau).

3) Surpreso e preocupado com a situação, comecei a tratar o problema com máxima prioridade. Convoquei Alencar e mais alguns jogadores, mais experientes, para ouvir o que estava acontecendo, ainda antes do treino da tarde do mesmo dia (16/03). Alencar me disse que o grupo de jogadores não aceitava mais o comando do Gerson, em função de uma suposta mudança de comportamento do treinador nos últimos tempos, além de algumas entrevistas de Gerson mencionando as limitações do elenco. IMEDIATAMENTE, convoquei uma reunião com TODOS os jogadores do elenco para uma reunião em minha sala, mesmo sob risco de atrasar o início do treino. (testemunhas: Alencar, Robinho, Yomísio e Pedrão)

4) Em quase duas horas de reunião, fiz questão de ouvir TODOS os jogadores. Além disso, comprometi-me com eles que nenhum comentário individual seria levado para fora da sala, mas apenas o resumo dos pontos levantados. TODOS os jogadores, sem exceção, disseram estar descontentes com Gerson, pelos seguintes motivos: a) mudança de comportamento após o bom início de campeonato; b) forma de cobrar empenho dos jogadores, muitas vezes de forma dura demais; c) questionamentos sobre a barração de alguns jogadores; d) algumas entrevistas do treinador enfatizavam limitação do grupo de jogadores e cobrava reforços; e) comunicação aos jogadores sobre a existência de uma lista de dispensas, o que teria causado instabilidade no elenco; e)reclamação sobre atraso nos salários, que seria proposital, em função da queda de rendimento da equipe nos últimos jogos. Foi relatado o temor de os salários não serem pagos caso o time não obtivesse a classificação para a segunda fase do campeonato. O meu objetivo na reunião era simplesmente ouvir, mas fiz alguns comentários, que registro a seguir: a) Disse ao grupo que o que eu ouvi era muito grave, e que levaria este assunto imediatamente ao Presidente Paulo Goyaz. b) Disse a eles que seria muito difícil e traumática a mudança de treinador as vésperas de um jogo decisivo, e que pedia a eles colaboração e paciência neste momento, e que tentassem colaborar com o treinador na preparação para o jogo de domingo.; c) Disse a eles que eu cometi um erro, ao não perceber este tipo de insatisfação coletiva, uma vez que este “sentimento” já estava ocorrendo há 2 meses, aproximadamente. Disse também que não havia razão para que isso acontecesse, pois estou sempre presente nos treinos, ao lado do campo, e que a minha porta esta sempre aberta a todos os jogadores, sem exceção; d) Disse também a todos os jogadores que faria uma reunião com a comissão técnica para comunicar o problema e pedir o mesmo que pedira ao elenco, ou seja, colaboração e paciência para não prejudicar a equipe num momento decisivo; e) Disse aos jogadores, também, que a lista de dispensas não era de conhecimento meu nem da comissão técnica, mas sim fora sugerida por terceiros e fora apresentada ao técnico Gerson Vieira na última quinta feira, dia 11/03, pelo Presidente Paulo Goyaz e pelo Vice Carlos Macedo, coincidentemente num dia em que eu não estava no CT, pois viajei a Belo Horizonte para tratar de assuntos pessoais. Disse a eles que a lista tinha 7 nomes, e que o Técnico Gerson vetou 5 destes 7 nomes sugeridos para dispensa. Os jogadores não sabiam que a lista não fora elaborada pela comissão técnica e me perguntaram quais os nomes que estavam na tal lista. Disse a eles quais eram os nomes, mas não divulgarei aqui para preservar estes atletas. Disse a eles também que as dispensas dos atletas Romário Tito e Gustavo já haviam sido decididas antes do aparecimento da tal lista, por razões físico-técnicas. f) Disse a eles também que não havia nenhuma relação entre atraso de salários e queda de rendimento da equipe, e que o presidente Paulo Goyaz estava trabalhando intensamente para tentar resolver o problema. Disse também que o atraso era de apenas alguns dias e que ficassem tranqüilos. Disse também que, como todos sabem, o clube atravessa sérias dificuldades financeiras e que todos os recursos do clube estão sendo direcionados, prioritariamente, ao pagamento de atletas. (testemunhas: Alencar, Robinho, Wesley, Dudú, Yomísio, Pedrão, André, Tiago Eciene, Rael, Kaká, Elivelto, Alexandre, Oliveira, Iron, Betson, Alex, Kabrine, Thallys, Willian, Edicarlos, Tiago Silva, Vinícius, Paulo Renê, Pirajú). Estavam ausentes Ferrugem e Allan, liberados do treino daquele dia por razões médicas. 
5) Logo após a reunião, liguei imediatamente ao Presidente Paulo Goyaz e pedi uma reunião de emergência ainda na noite do dia 16/03, que ocorreu em torno de 21:30 hs, com a presença do técnico Gerson Vieira. Informei ao presidente o ocorrido, inclusive quanto ao meu pedido para que o grupo colaborasse com o treinador para o jogo decisivo de domingo, Gerson colocou naquele momento o cargo a disposição do presidente, que disse que não aceitaria, e que iria ao CT no dia seguinte (17/03) para conversar com os jogadores e entender melhor a situação. Pediu para Gerson dar treino normalmente, evitando qualquer tipo de conflito com os jogadores. (testemunhas: Paulo Goyaz e Gerson Vieira)
6) Atônito com a situação e sem acreditar no que estava acontecendo, Gerson telefonou para alguns jogadores e ouviu que a insatisfação não era de todo o elenco, como parecia, mas que havia receio de alguns jogadores de irem contra a liderança do Alencar. Ao saber disso, eu liguei para três jogadores, sendo que um se manifestou realmente insatisfeito e dois negaram maiores problemas com o treinador, mas se sentiam constrangidos em apoiar o técnico em função do ambiente criado. (testemunhas: Gerson, Flávio….não posso citar os jogadores com os quais conversei)
7) No dia seguinte (17/03), antes do treino, convoquei para uma reunião toda a comissão técnica. Na ocasião, relatei os fatos ocorridos e solicitei à comissão colaboração e paciência para que a preparação para o jogo com a Ceilandense não fosse prejudicada. Cobrei da comissão técnica mais atenção para com problemas de relacionamento com o grupo, pois eles estavam constantemente convivendo com o atletas e não poderiam deixar de perceber movimento de tal porte. Perguntei a todos se tinham conhecimento de algum problema ou se foram procurados pelo Alencar em algum momento para tratar deste tipo de problema. TODOS os presentes a reunião garantiram nunca terem ouvido falar de problema deste tipo, e que estavam todos surpresos, assim como eu. (participantes da reunião e testemunhas: Mauro Ramos, Gerson Vieira, Cristian Botelho, Anderson Nicolau e Willian Stein)
8) No mesmo dia (17/03), após o treino, o presidente Paulo Goyaz reuniu-se com todo o elenco, com a minha presença. Ouviu dos jogadores a mesma coisa que já lhe relatara. Em uma de minhas intervenções, questionei o goleiro Alencar de que ele, na condição de líder do grupo, deveria ter trazido a mim estes problemas assim que começassem a surgir, e não somente agora, tanto tempo depois e num momento decisivo. Disse a ele também que, se por algum motivo ficasse constrangido de falar isso comigo, que procurasse a própria comissão técnica, na qualidade de líder dos jogadores, e tentasse resolver os problemas na sua origem. Para minha surpresa, ele disse que vinha conversado sobre este assunto com uma pessoa da comissão técnica. Imediatamente, perguntei a ele quem era esta pessoa, mas ele estranhamente, se recusou a apontar seu interlocutor na comissão técnica. Aí surgiu um problema sério: Ou Alencar mentiu e nunca levou este assunto à comissão técnica, pecando por omissão ou outro motivo, ou, igualmente grave, alguém da comissão técnica está mentindo ao negar conhecimento dos fatos. (testemunhas: Alencar, Robinho, Wesley, Dudú, Yomísio, Pedrão, André, Tiago Eciene, Rael, Kaká, Elivelto, Alexandre, Oliveira, Iron, Betson, Alex, Ferrugem, Kabrine, Thallys, Willian, Edicarlos, Tiago Silva, Vinícius, Paulo Renê, Pirajú). Allan não estava presente por razões médicas. 
9) Após a reunião com os atletas, o presidente Paulo Goyaz convocou os demais membros da comissão técnica, comunicou a todos o teor da conversa com o grupo e confirmou a permanência do técnico Gerson, pelo menos até a partida de domingo, contra a Ceilandense. Solicitou ao Gerson que evitasse conflitos com os jogadores, especialmente com o Alencar, e que procurasse, se possível, trazer o grupo para o seu lado novamente. (testemunhas: Paulo Goyaz, Mauro Ramos, Gerson Vieira, Cristian Botelho, Anderson Nicolau e Willian Stein)
10) Note-se que até então foram realizadas diversas reuniões entre dirigentes e atletas, mas TODAS sem a participação do técnico Gerson. Como poderíamos ir para o jogo com a Ceilandense sem um entendimento, mínimo que fosse, entre o treinador e os jogadores? Por este motivo, decidi realizar DUAS reuniões menores, uma no dia 18, com os atletas mais jovens, provenientes dos juniores e aspirantes, e outra que seria realizada no dia 19, com os demais jogadores do elenco, que vinham jogando mais. Tudo para facilitar o diálogo de Gerson com os jogadores e atender a um pedido do próprio presidente, no sentido de trazer o grupo de volta para o treinador e estabelecer um espírito de colaboração, com a qual comissão técnica e jogadores se comprometeram comigo e com o presidente.
11) Com este intuito, eu e Gerson iniciamos a primeira das duas reuniões idealizadas no dia 18/03, logo após o treino. Participaram desta reunião os seguintes atletas: Wesley, André, Pedrão, Elivelto, Alexandre, Betson, Oliveira, Alex, Mixirica, Willian, Paulo Renê e Vinícius. Ainda na introdução da reunião, recebi um telefonema do presidente Paulo Goyaz, bastante exaltado, dizendo que tinha recebido a informação que eu e o Gerson estávamos realizando reunião com grupinhos de jogadores e que isso Iria dividir o elenco e agravar os problemas. Respondi a ele que não via desta forma, mas que era necessário restabelecer um diálogo mínimo entre Gerson e os atletas. E que seria realizada uma nova reunião amanhã com o restante do elenco, e ainda disse que a ele que daria uma especial atenção ao pessoal que veio do Brasília. Muito irritado, ele disse que não concordava, e que eu não tinha autorização para fazer este tipo de reunião. Ele pediu-me para passar o telefone para o Gerson, com o que não concordei, pois o mesmo encontrava-se dentro da sala conversando com os atletas. Assim, o presidente, muito irritado, disse que me ligaria novamente em seguida para passar uma decisão. Após 5 minutos, ele ligou novamente e disse que o Gerson estava dispensado. Imediatamente, respondi que então eu também estaria fora. Ele respondeu que aceitava meu pedido de demissão, e que eu e Gerson estávamos fora.

12) Deixei a reunião seguir até o fim. Ao encerrar, comuniquei ao Gerson a decisão do Presidente em demiti-lo, em razão da realização da reunião. Disse a ele, também, que havia pedido demissão em solidariedade a ele, e por não concordar com o que vinha acontecendo.

13) A noite, o presidente telefonou para o Gerson, mais calmo, e ouviu do treinador as razões da realização das duas reuniões, e pediu para que o treinador continuasse no cargo, o que não foi aceito por ele, pois estava solidário comigo.

14) Portanto, nunca realizei reuniões “as escondidas” com grupos de jogadores, como foi publicado no Correio Braziliense na edição de hoje, mas sim uma reunião “as claras”, com a presença do técnico Gerson Vieira e dos atletas oriundos dos aspirantes e juniores, que ocorreu na sala da presidência, no CT, que fica em frente ao vestiário do time profissional, logo após o treino de quinta feira. No dia seguinte, faria reunião com o restante do elenco. O objetivo era tentar trazer de volta o grupo para perto do técnico Gerson Viera, com vistas à seqüência do campeonato. O goleiro Alencar afirma que eu fiz a reunião “por trás do Presidente”. Como? No CT? Na própria sala do Presidente?Com 12 jogadores e o técnico juntos? Se a insatisfação com o treinador é espontânea dos jogadores, e não induzida, porque tanta preocupação do Alencar? Se o Gerson conseguisse, com estas reuniões, diminuir as supostas resistências, não seria melhor para o time? Alencar afirma que eu estava me reunindo com grupinhos para desestabilizá-lo??? Uma inverdade. Qual o medo de Alencar? Que sem a sua presença as coisas possam acontecer de forma diferente??? Dividir um grupo que eu e Gerson montamos ao longo de 2009 e demos todas as oportunidades num clube do tamanho do Gama???Há lógica e sentido nestas afirmações??? 

15) Por mais que o critiquem, garanto que o presidente Paulo Goyaz é uma pessoa de bem, e quer o melhor para o Gama. Garanto que ele tem um nível altíssimo de comprometimento com o Gama. Se não fosse ele, o clube já teria quebrado. A sorte dos que estão por trás dos problemas em questão é que ele não acredita em conspirações.

16) Quanto ao Gerson, tenho a dizer que é um dos profissionais mais sérios, comprometidos e competentes com que trabalhei no futebol. Vai ficar rico nesta profissão. 

17) Ao Cristian, pela dedicação, competência e lealdade, meu muito obrigado.

18) Ao Willian Stein, só tenho elogios. O Gama está bem servido com ele.

19) Aos demais funcionários do CT, meu muito obrigado e desejos de saúde e boa sorte,

20) Aos atletas, sigam humildes e guerreiros, que vocês levarão o Gama à grandes conquistas, e lembrem que um dos maiores pecados que o ser humano pode cometer é o da ingratidão. Boa sorte no domingo, estarei na Leste torcendo por vocês.

21) Aos responsáveis pelo Blogama, que me ofereceram este espaço, meu muito obrigado.

22) Aos torcedores do Gama, peço que acreditem neste trabalho de reestruturação do futebol do clube, que deverá ser conduzido, a partir de agora, por outras pessoas. Creiam que o presidente Paulo Goyaz envidará todos os esforços para evitar que desvios de rumos levem a um retrocesso deste processo. E torçam para que consiga.
Brasília, 20 de março de 2010

FLÁVIO RAUPP FONSECA”

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