Dança das cadeiras no Candangão 2017

A semana que passou foi de definição de treinadores no Campeonato Candango. Nada menos que quatro técnicos perderam seus cargos, tanto no topo da tabela quando na zona de perigo.

A primeira demissão foi no Atlético Taguatinga. Edmilson Marçal não resistiu à derrota para o Santa Maria em casa e acabou perdendo seu cargo para o veteraníssimo Marquinhos Carioca. O técnico já estreou com um empate fora de casa diante do Sobradinho.

Depois veio a confusão no líder Brasiliense. O invicto técnico Luiz Carlos Carioca arrumou um “barraco” com o polêmico atacante Nunes e na queda de braço sobrou para o treinador. O Brasiliense apostou na efetivação do Auxiliar Rafael Toledo

Mas quem pensa que Luiz Carlos Carioca ficou desempregado se enganou. Apenas dois dias depois ele assumiu o Real F.C. que se cansou dos tropeços de Gauchinho à frente do time de Luiz Felipe Belmonte. Quem também não se aguentou na cadeira foi o técnico do Formosa Carlos Nunes depois de ser derrotado pela garotada do Sobradinho. O auxiliar Heli Carlos assumiu o Tsunami.

A mais surpreendente queda de treinador ocorreu no decadente Luziânia. Depois de quatro temporadas seguidas, o competente e bicampeão candango Ricardo Antônio (foto) foi demitido do comando do alviazulino depois da derrota para o Gama. Quem assume é o seu auxiliar Evilásio de Almeida, conhecido como “Pato Rouco” ou “Formiga de Roça”.

Com isso apenas sete times continuam com seus técnicos “prestigiados”. São eles Brasília (Christian Ramos), Ceilândia (Adelson de Almeida), Gama (Reinaldo Gueldini), Paracatu (Buião), Sobradinho (Augusto César), Santa Maria (Jairo Araújo) e Paranoá (Rol Faúla)

Comentários

comentarios