Nunes: o atacante birrento do arquirrival

Foto: Breno Fortes

Com a proximidade do clássico, os nervos estão a flor da pele no arquirrival. Recentemente, o técnico Luiz Carlos Souza foi mandado embora por conta de uma briga com o problemático atacante Nunes.

Não é a primeira que Nunes é pivô de uma confusão interna, no Gama o atacante havia sido contratado para disputa da Série B e Copa do Brasil de 2007, mas não ficou nem dois meses, quando pediu para ir embora por não aguentar a reserva.

Onde tem Val Baiano, Nunes não se cria

A ‘birra’ de Nunes começou exatamente após a chegada de Val Baiano. O atacante goleador estreou contra o Ituano. Nunes, cumprindo suspensão, teve de assistir seu concorrente marcar logo de cara dois gols determinantes para a vitória alviverde por 3 a 1, de virada.

Veio então o clássico contra o arquirrival. Nunes e Val Baiano começaram jogando. A partida, fraca tecnicamente, terminou sem gols, mas melhor para Val Baiano, que na melhor chance do alviverde foi derrubado dentro da área pelo goleiro Guto: pênalti ignorado pelo árbitro. No segundo tempo, o improdutivo Nunes foi substituído por Bebeto e ainda no vestiário pediu uma reunião com a diretoria do clube.

A reunião aconteceu dois dias após o clássico, ao ver que suas chances de esquentar o banco estavam aumentando consideravelmente não mediu palavras, enfatizou que não aguentaria ficar na reserva mas não conseguiu se impor e então abandonou o Gama.

O ‘rebelde’ não fez falta. A dupla Bebeto e Val Baiano foi responsável por 37 dos 53 gols do Gama naquela Série B – sendo 14 de Bebeto e 23 de Val Baiano, vice artilheiro da competição.

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