Volta, Lucimar!

Lúcio, Jaime Recena (Secretário de Turismo) e Weber Magalhães estiveram no evento. Foto: Gabriel Caetano/BloGama

O zagueiro Lúcio, pentacampeão mundial com a Seleção Brasileira, esteve como convidado de honra no estádio Mané Garrincha, neste domingo (20), para acompanhar a ‘Copa Gari DF 2017’. O zagueiro, que atuou no alviverde em 1997, falou um pouco de suas pretensões e a possibilidade de voltar ao Gama no futuro.

Muitos conhecem a história de Lúcio como o jogador comprado pelo Internacional depois do colorado golear o Guará por 7 a 0, mas poucos sabem que entre Guará e Internacional, o zagueiro fez uma ‘escala’ no Gama.

Sua carreira no alviverde durou apenas quatro jogos. Em 1997, o zagueiro, ainda conhecido por Lucimar, esteve presente nos amistosos contra Samambaia e Luziânia. Pelo Candangão, no empate diante do Ceilandense (2×2) e derrota para o Brasília (3×2). “Na época o Bira (ex-treinador de Lúcio) era o treinador do Gama e eu saí do Planaltina para o Gama”, explicou Lúcio.

Ao sair do alviverde, Lucimar se tornou Lúcio e consolidou sua carreira. “Apesar de curta, minha passagem no Gama foi muito importante, estava em um clube grande, de lá fui emprestado para o Internacional e foi muito importante para minha formação no futebol”.

O jogador ainda lembra com carinho de suas ‘voltas’ a Brasília quando jogador da Seleção Brasileira. Com a camisa canarinho, Lúcio atuou no Mané Garrincha e cravou como um momento muito especial. “Foi legal, voltar ao DF, jogar na minha cidade, perto da minha família, depois de toda luta que tivemos e ter alcançado o sucesso tanto no Brasil como em todo o mundo é muito gratificante”.

O zagueiro, sem clube desde que saiu do FC Goa, da Índia, deixa claro que não pretende se aposentar. “Eu gosto muito de jogar futebol, de treinar, estou com a saúde em dia e sem dúvida quero voltar a jogar pelo menos mais dois anos”.

Quando questionado sobre uma possível volta ao Gama, Lúcio deixou as portas abertas. “Jogar no futebol de Brasília novamente para mim seria bom, estaria em casa, perto da minha família, dos meus amigos. É uma possibilidade que pode ocorrer. Deixo meu futuro nas mãos de Deus”.

Aliás, a família foi o ponto mais ressaltado para seu sucesso como jogador. Assim como a maioria dos garotos de Brasília que buscam uma oportunidade, Lúcio não esperava que conquistaria tanto e ressalta: “família é fundamental, minha mãe, meus irmãos me ajudaram no início e depois minha esposa, meus filhos”.

Veremos no futuro. A expectativa agora é que o jovem Lucimar volte ao Gama como Lúcio, pentacampeão mundial – e futuro campeão candango de 2018.

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